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DA PAIXÃO A HUMILHAÇÃO - PARTE II

Da paixão à humilhação - Parte II



Continuo a narrar esse fato que aconteceu comigo, em uma cidade do Norte do Brasil, na Amazônia. No primeiro conto, também postado aqui, eu conto como tudo começou, por isso para entender melhor esse, seria bom o leitor(a) ler o primeiro, mas vou fazer um síntese aqui.



Cresci em uma comunidade, na zona rural. Eu tinha uma prima que cresceu junto comigo. Ela sempre foi muito linda. Morena clara, com um corpo completamente perfeito. Seu nome era Jéssica. Eu sempre fui muito, mas muito mesmo apaixonado por ela. Ela era apenas dois anos mais nova que eu. Estudamos juntos. Ela era sempre muito tímida, e eu mais ainda. Assim que ela ficou adolescente, ficou muito mais linda e perfeita. Eu jamais tive coragem de dizer a ela o que sentia, por medo. No interior todos ficam sabendo quando a gente pega um fora, e os outros moleques sempre ficam rindo e tirando uma. Fui morar na cidade grande, para estudar e ela ficou no interior. Eu pensava nela 24 horas por dia.



O Roberto era um empresário que, junto com o pai dele, tinha uma frota de barcos que faziam linha da capital para comunidades e cidades do interior. Ele era casado, mas como viajava muito, tornou-se um conquistador garanhão, que conquistava a meninas do interior, desde que não fossem menores, pois ele pelo menos tinha esse cuidado, mas ele sá queria as mulheres para transar mesmo, e fazer de tudo com elas. As que caiam na conversa dele, se entregavam e sempre faziam tudo que ele queria na cama, até ele enjoar e partir para outra. Ele sempre contava quase tudo que fazia com a mulheres que pegava, para os caras que trabalhavam no barco. Um dia, aconteceu o meu pior pesadelo. Em uma festa na comunidade onde eu nasci ele acabou seduzindo a Jéssica, fazendo coisas que eu nunca imaginei, com ela, e, o pior, eu acabei vendo tudo por uma brecha na parede, estarrecido, porque eu a amava muito, e isso foi narrado no primeiro conto. Isso ocorreu há oito anos, e o segundo encontro dele com ela, que infelizmente aconteceu, eu narro agora, aqui.



***



A festa na comunidade durava um mês e ocorria em todo mês de junho. A semana em que a Jéssica se entregou para o crápula do Roberto, era a primeira semana. As semanas seguintes tinham sempre festas aos sábados a aos domingos. Não dava muita gente, mas tinha sempre arraial e uma banda local tocando ao vivo. Era muito animado, menos para mim, que não conseguia esquecer o que tinha visto e cheguei a desejar nunca mais voltar naquele lugar.



Tentei ir até lá e tentar conversar com a Jéssica, explicar que o cara era casado e que sá queria comer ela e largá-la, mas não foi possível, pois não voltamos mais lá nos 19 dia seguintes. Talvez o leitor não entenda o fato de que ela tinha 19 anos e era tão ingênua, mas, quem conhece a região, sabe que meninas que crescem nas comunidades distantes dos grandes centros, na Amazônia, mesmo alcançando a maioridade, continuam com certa ingenuidade em relação às que crescem nas grandes cidades. No dia seguinte em que o Roberto comeu a Jéssica, ele já começou a falar dela para os outros que trabalhavam no barco. Eu escutava tudo indignado, mas ele nem tinha idéia de que eu a conhecia, de que a amava tanto.



- Cara, vocês não fazem idéia do que eu peguei ontem...um cabacinho cara..aqui nesse lugar sá esperando por mim...



- Pow cara, a aquela gatinha era linda de mais, tu tirou o cabacinho assim fácil?...não acredito!



Perguntou Rodrigo, um colega que trabalhava no convés do barco.



- Muito fácil cara, chega a putinha chorava na rola pedindo mais, caraaaaalho, muito gostosa e apertada, além de muita lindinhaaaa. Vou ter que voltar aqui pra sá para comer ela, porra meu, a bucetinha é super apertadaaa.



- Cara será que ela não tem namorado aqui? Cuidado!



- Pow bicho! Se tem deve ser algum viadinho que não da conta da potranquinha e ainda por cima agora é corno ra..ra..ra...mas ela não me disse nada e eu também não perguntei né...ra...ra...raa! Fica para a práxima.



- Se deu bem aqui neh cara?



- Pow, precisava ver ela rebolando na rola meu!...deixa o cara doidooo...sá de lembrar dá vontade de gozaaar.



Eu tive que sair de perto para não escutar mais aquilo.



***





Passaram-se duas semanas sem que eu pudesse ir até a à comunidade, pois eu trabalhava no barco e não podia me afastar dele, nem em fins de semana. Eu estava doido para falar com a Jéssica e tentar por fim aos planos de Roberto, mas não conseguia. Tive um susto quando o Roberto falou que voltaríamos ao local, na última semana da festa. Fiquei muito preocupado de não conseguir conversar com a Jéssica antes da nova investida dele.



Chegamos sexta-feira ás 18:00h, e a festa terminaria no domingo. Na sexta-feira haveria um tradicional concurso para escolher a rainha da festa. Eu não sabia, mas a Jéssica participaria do concurso. Eu sá fui liberado do trabalho às 18:30h. tomei banho rápido e subi com os outros colegas. No salão, havia bastante pessoas e estava iniciando o desfile das candidatas. Havia muitas meninas bonitas e os caras ficavam ali olhando, chegavam a ficar como idiotas mesmo. Havia dois momentos em que as candidatas desfilavam: no primeiro elas vinham de vestidos e depois, somente com roupas de banho ou maiô.



Eu procurei pela Jéssica e não a encontrei. Uma amiga dela me informou que ela estava com as meninas que iam desfilar e já ia começar. Então, eu sentei junto com o pessoal do barco onde trabalhava, e o Roberto estava perto. Eu queria ficar de olho nele, na tentativa de tentar evitar que ele se aproximasse dela, de alguma forma. Eu também tinha esperança que ela não quisesse mais nada com ele, depois de ele ter deixado ela ao relento, sem condições nem de andar, devido à bebida, há três semanas.



O primeiro desfile foi de vestido e a Jéssica foi a terceira menina. Ela estava esplendidamente linda no vestidinho, e com um pentedado que me deixou louco, principalmente pelos comentários que o Roberto fez.



- Olha como ela está mais gostozinha hoje...parece que está rebolando mais depois que perdeu o cabacinho, ra...ra...ra...



Os outros riram baixinho, e eu tive vontade de esmurrar cada um deles, mas não deixei perceberem minha inquietação e meu sofrimento. Eu estava atento a cada passo da Jéssica, pois queria falar com ela antes dele. Quando ela veio de biquíni, estava a coisinha mais linda do mundo. O biquíni era bem sensual, e o corpinho dela era de deixar qualquer um maluco. A macharada toda ficou babando com aquela visão. Houve alguns assobios, e o desgraçado não ia deixar de comentar.



- Rebola gostosinhaaa...eu prefiro você assim, quase sem roupa mesmo...putinha gostossaaa....porra já estou de pau duro aqui, depois eu desconto em você meu bem, se preparaaa..ra..ra..ra.



Os caras que estavam com a gente ficaram doidos com a visão da Jéssica.



- Oh Beto, quando enjoar dela dá uma chance para gente ai pow - Falou o Rodrigo.



- Calma pessoal, vai chegar a vez de vocês, ra..ra...ra...mas sá quando eu largar né cambada...enquanto isso vão atrás das outras ai pô ela é minha...sá minhaaa.



Desgraçados! Eu estava disposto a fazer o que pudesse para impedir isso. Meu coração estava muito triste com esses comentários. Eu resolvi me afastar um pouco deles. Nisso, estavam se preparando para anunciar a ganhadora e não havia novidades. Todas a meninas eram muito bonitas mesmo, mas a Jéssica era fora de série. Anunciaram que ela era a ganhadora e ela voltou ao palco para receber o prêmio. Estava muito feliz e sorrindo, e eu também fiquei feliz com ela. O prêmio era R$ 2.000,00, que foi patrocinado por empresas da capital, inclusive a do pai do Roberto. De repente, eu esqueci de tudo e fui para perto do palco, na esperança de poder falar com ela, mas ela saiu pelo lado de trás. Eu dei a volta, e não a vi mais. Nisso, encontrei uma colega dela que me disse que a Jéssica estava trocando de roupas que ia demorar um pouco. Fiquei triste novamente, e aguardei sentado em um canto do salão.



De repente eu a vi, corri em sua direção. Ela estava com um vestidinho de cor verde bem escuro e um pouco brilhoso, tipo “tubinho”, “tomara que caia”. Tive que andar pouco atrás dela, pois tinha muita gente tentando falar com ela e cumprimentando a, pela conquista.



Eu consegui chegar perto dela rapidamente.



- Parabéns Jéssica



Ela se virou para mim



- Pedro, obrigado...por tudo mesmo.



Talvez se referindo ao fato de eu ter cuidado dela depois que o Roberto a largou sozinha de madrugada, completamente embriagada. Ela me deu um abraço, um instante eterno para mim, gostaria que aquele momento parasse no tempo, mas em seguida ela se afastou de mim novamente.



- Eu preciso falar com você Jéssica, por favor...

- Agora não dá Pedro, depois a gente conversa, tá bom...tenho que ir agora.

- Como vai a titia?

- Ela não estava se sentindo bem, e não quis vim a festa, nem ontem e nem hoje...tchau Pedro, depois a gente se fala.

- Jéssica por favor é rapidinh...



Ela já tinha se ido. Quando eu tentei argumentar mais alguma coisa, ela já estava longe. Droga! Eu tinha chegado perto, e tinha perdido a chance de contar toda a verdade sobre o Roberto. Fiquei meio perdido e decidi que era melhor eu não ficar andando atrás dela insistindo, pois além de irritar ela, o desgraçado poderia perceber e me ridicularizar depois. Triste, resolvi voltar ao barco para pensar um pouco no que fazer. O cheiro do perfume dela tinha ficado em minha camisa, e eu fiquei com ela camisa no rosto e deitado, e acabei cochilando, pois o dia tinha sido bem cansativo, e nosso serviço era braçal.



Acordei apás uns 40 minutos e rapidamente subi para ver se eu a via novamente. Havia bastante gente tanto no salão onde toca música e as pessoas estavam dançando, e também no arraial. Procurei ela fora e não a vi, entrei no salão a também procurei e nada. Também não achava ninguém do barco. Em uma banca mais afastada, encontrei Rodrigo e um outro colega, perguntei pelo Roberto, disse a ele que eu queria um vale (adiantamento do pagamento), para passar a festa, mas o Rodrigo disse que não via o Roberto já fazia cerca de meia hora. Minha preocupação aumentou. De repente avistei um casal em lugar mais escuro, mas não estavam agarrados, apenas conversavam. Aproximei-me sem ser visto, e percebi que era ela e o Roberto que conversavam. Fiquei olhando atônito para ver o que aconteceria depois e percebi que ele tentava pegar as mãos dela e ela se puxava. Pareciam que discutiam. Aquilo me deu um certo consolo, pois ela realmente ia dar um fora nele. Como eu não podia me aproximar mais sem ser visto, fiquei de longe olhando. Apás uns 19 minutos, em uma tentativa de pegar na mão dela, ele conseguiu ficar segurando. Eu me desesperei e quase grito de onde eu estava para a Jéssica não fazer isso.



Em seguida, ele a puxou para a abraçá-la e também conseguiu. Abraçou a beijou na boca. Pronto, iria acontecer tudo de novo. Fiquei desolado. Lagrimei e fiquei de longe olhando, sem vontade nem de mexer mais. Ele a pegou pelos braços e foi levando em direção ao bar onde beberam no primeiro dia. Lá, ele puxou a mesa bem para baixo da árvore e fez ela sentar do lado mais escuro, de costas para o arraial a de frente para ele. Ele falava com ela e pegava nas mãos dela, pegava no queixinho dela, em fim, parece que ele a teria novamente mesmo. Eu rodei pelo lado escuro e fiquei o tempo todo ali atrás da árvore. Eles beberam quatro garrafas de cerveja em cerca de 35 minutos. Ele bebia mais que ela, mas mesmo assim, ela já parecia um pouco tonta. Ai ele levantou e puxou novamente para baixo da árvore onde esteve com ela da primeira vez. Lá, ele abraçou com vontade e a beijou, sendo totalmente correspondido por ela. Que droga...como era possível? Entrei em desespero novamente, e cheguei a suar frio.



Ele se posicionou rapidamente atrás dela e começou a encochá-la ali mesmo, mas ela logo se puxou e, vendo que a coisa estava esquentando, ela pediu para irem dançar, e foram.



Depois de alguns minutos, eu fui ao salão que estava lotado e percebi que ele dançava com ela agarrando-a para valer, e com as pernas dele no meio das dela, chegando a levantar o vestidinho, eu não aguentei mais ver aquilo e voltei ao barco, e chorei copiosamente, sozinho. Depois, escutando a música que vinha do salão, fiquei pensando na vida por um longo tempo. Pensei em subir novamente, mas não tinha coragem. Fiquei cheirando a camisa que ainda tinha o cheiro dela e acabei dormindo um pouco e acordei por volta de 00:30h. Tive a curiosidade de verificar se ele não estava com ela de novo no “comedor”, o quarto onde ele pegava as meninas, e que ficava perto de onde eu dormia, mas não havia ninguém. Na verdade o “comedor” tinha sofrido algumas alterações, desde a primeira vez que ele levou ela para lá. O desgraçado mandou botar lá uma cama de solteiro que ele comprou e um colchão novo. O pior é que ele mandou eu mesmo arrumar tudo lá, uma semana antes. Como pode eu mesmo arrumar a droga da cama para ele comer a menina que eu mais amo nesse mundo. Isso era impossível de acreditar!



Ele também tinha colocado um pequeno guarda roupas, e mandou a faxineira limpar bem o quarto. Tinha um condicionador de ar antigo que ele mandou consertar. Acho que o desgraçado fez tudo aquilo sá pela Jéssica, infelizmente, mas ele não a amava, ela era para ele apenas mais uma buceta “gostosa”, mais um cabaço para a sua coleção, sá isso. Eu estava há uns vinte minutos lá, olhando pela brecha, quando ouvi passos de alguém subindo para aquele piso, pelas escadas. Meu coração disparou. Eram eles, ia começar tudo de novo. Como estava claro com a luz de outros barcos, ele trouxe ela para mais práximo de onde eu estava. Ele encostou ela na parede e começou a beijá-la loucamente passando a mão pelo corpo dela.



- Paraaa...eu já disse que não quero transar mais....você disse que era apenas para convesar aqui e tomar cerveja.



Ele nem ligava e continuava passando as mãos nela, na barriga, costa e até na bunda dela, por cima do vestidinho. Apesar de ela dizer que não queria, ela não saía dali, e ele sabia o que fazer para convencê-la. De repente ele virou ela de costas para ele foi levantando o vestidinho. Ela tentou impedir com as duas mãos.



- Paaaraaa...Robertoooo...não faz iiissooo...por favor...eu sá aceitei vim porque você disse que queria conversar longe da música...por favooor...eu não vou fazer issooo.



O desgraçado, como da outra vez, não desistia, e acabou levantando tudo, até a cintura e ela ficou de sá calcinhas novamente, na frente dele. Dava para perceber que ela estava bastante embriagada, e ele também, pelo jeito de falar.



- Por favor Rober...to..eu vou gri..tar aqui...paraaaa...eu já faleeeiii...eu poos..so engravidar e se mamãe souber ela me maaata...para, por favoooor...você já conseguiu o que queri...a naque...le dia...eu vim aquiii..para..conver..sar..sá isssooo.



O cara ainda provocou.



- Então pode ir! vai!



Ele sabia que ela não iria mais, por isso ele fez isso, sarcasticamente. Apesar de falar isso ele não soltou os braços dela, porém apenas segurava pelas mãos, sem nenhuma violência. Ela ficou olhando para ele e disse:



- Você não preci..sa ficaar com raaaiva...por favoooor...eu tou meiooo tontaaa da bebidaa, e depoooiss, você lembra o que ocorreu da outra vês né...



- Esquece gata...se você sair daqui agora, vai ter que ir de vez mesmo.



O cara apostava tudo sá para ver ver ela ceder na frente dele.



Ela então não foi, embora infelizmente, ficou parada meio apoiada na parede, como que tentando ainda argumentar alguma coisa.



- Relaxa gata, se você não quisesse está aqui não tinha nem subido aqui, agora relaxa bem e curte.



Ele estava jogando na cara dela e ela engoliu calada. Ele voltou a amasar ela na parede, meteu as mão no vestidinho e voltou a levantar, e começou a passar as mãos na bunda dela para valer, apenas de calcinha e eu torcendo para ela reagir e ir embora, mas, ao contrário, ela não estava mais reagindo. Ele levou as mão para a frente dela, para cima da bucentinha e ai ela parecia já estar se entregando mesmo. Ela realmente podia ir embora se quisesse, pois em momento algum ela tentou, e em momento algum ele segurou ela, mas ela já tinha caído na dele e agora o tesão dela não ia mais permitir sair dali assim, para minha completa tristeza. Dava para perceber que ele estava dedando ela por dentro da calcinha, pois ela começou a gemer e choramingar baixinho, enquanto ele encochava ela por trás e dedava ela na frente.



- Hunnnnfff...paaaraaa..por favor...eu posso engravidaaaaar...paaaraaa.



O desgraçado estava quase empurrando nela ali mesmo, do lado de fora e em pé.



- Relaxa gostosinha, você toma a pílula do dia seguinte depois. Eu tenho aqui, no final eu te dou, mas sá quando eu estiver bem satisfeito meu amor.



Ela sá grunia baixinho com a respiração bastante acelerada. Ainda com o vestido levantado, ele virou ela de frente para ele, e meteu mão dentro da calcinha dela sem cerimônia, ele estava com o dedo dentro dela. Ela, talvez por estar meio bêbada, nem se preocupou mais com o vestido levantado. Ela sá olhava para baixo sem reação, e ele pôs as mãos embaixo do queixo dela e levantou.



- Ainda quer ir embora quer... hein meu bem?



Sem palavras, ela se jogou para frente abraçando ele e encostando a cabecinha no peito dele, e com as mãos fazendo uma espécie de afago no peito cabeludo dele, enquanto levava dedada de todo jeito. Dava para perceber que ela gemia baixinho quase chorando. Ele vendo que ela não tinha mais resistência, em um movimento rápido ele arriou a calcinha dela até o pé. Ela se assustou, tentou impedir.



- Nãooo...paraaaa...tem gente vendoooo...paaaraaa..eu já disee...pra...paraaaar...paaara Robeeeertoo...



Mais ele suspendeu ela do chão e com os pés, desprendeu a calcinha dos pés dela e chutou para o lado, deixando ela completamente nua da cintura para baixo. Ela ficou meio agitada choramingando, mas depois de perder a calcinha, ela se conformou, e ele a puxou e começou a beijá-la e ela se jogava nos braços dele. A mulher dele não ia vim nesta noite, ela estava viajando e o desgraçado sabia que tinha o resto da noite para fuder a Jéssica, infelizmente. Ele pegou a calcinha do chão e esfregou na mão.



- Não quer, não quer mas olha como está essa calcinha...



Certamente referindo-se ao fato de calcinha está molhadinha na frente. Ela não reagia mais. Sem calcinha e com o vestidinho levantado, ela abraçava ele e encostava o rosto no peito dele. Com ela totalmente entregue, ele abraçou ela por trás, e levou ela para o “comedor”. Tudo acabado para mim. Chegando lá, ele fez ela sentar na cama. Sentou do lado dela e puxou ela para o colo dele, fazendo ela sentar em uma de suas pernas. Ai a mão foi novamente por baixo e ela começou a levar dedada de novo, enquanto ele a beijava. Ela estava toda mole e sá gemia. Não resistia mais a nada. Alguns minutos depois, ele fez ela levantar e disse.





- Jéssica! Eu quero você nuazina agora!



Caramba, ela já estava totalmente obediente e foi levantando lentamente o vestidinho e tirando tudo na frente dele, para o deleite daquele desgraçado. Apás ela ficar totalmente pelada, ele deu-lhe um tapão na bunda dela, que estalou. Ela deu um gritinho e se puxou, mas ai ele puxou ela bruscamente e fez ela sentar novamente em seu colo, sá que dessa vez totalmente nua. Com a mão, ele continuava a mexer na buceta, desse vez ele ficou sá no clitáris mesmo. Ele já estava doidinha, até mexia o bumbum para ele.



- Tá gostando neh...ainda quer ir embora?



O sádico incitava ela, mas ela sá gemia baixinho e não respondia, então



- Quer dá para mim agora queeeer...ahnnn...queeerrr...faaalaa.



- Queeeerooo...hunnnfff...



Ela lagrimava meio chorosa, e gemia baixinho



- Então pede rola peeedee...pede que eu te coma...peeede putinhaaaa.



Começava a fase da humilhação da Jéssica e minha também, infelizmente.



- Vaaaai me coooome looogo...eu já disse que quero...



- Em que posição tu quer em?



Ela não respondeu



- Eu te quero primeiro em pé. Vai da em pé vai?



- Vooou...do jeito que tu quiseerrr...mas me coooome, por favoooor...logo.



- Assim que se fala rainhazinha...teu rei vai te pegar em pé agora.



Nem parecia mais a mesma que estava reagindo lá fora a poucos minutos, que droga Jéssica, como você pode ser assim. Ela conheceu o sexo com ele, e ele a levou ao último grau do tesão, á cerca de 20 dias. Isso foi determinante para ela ceder à pressão dele e, sua ingenuidade a levou de volta até o barco. Tudo a favor do imbecil e contra mim. Que droga.



Ele levantou ela e num empurrão rápido, empurrou ela para a parede, fazendo com que a menina quase caísse. Ele espalmou as duas mãos dela na parede e veio por trás, tirou p pau para fora da calça e ficou pincelando no reguinho dela. Caramba, sinceramente aquela era a bunda mais linda que eu já tinha visto.



- Empina a bundinha vai..bem gostosoooo



Ela se empinou para ele e ele continuava pincelando sem pressa, esfregando a cabecinha dentro do reguinho, entre as duas partes da bunda dela, levando ela ao delírio. De repente, ele estocou ela de uma vez arrancando um gritinho.



- Aaaarrgggg...de vagá...por favooor..Roberto...



A música lá em cima, na festa estava muito alta e ele começou a fingir que estava dançando, apás a penetração.



- Aguenta putinha, aguenta que agora tu vai levar vara em pé, do jeito que tu merece rainhazinha lindaaa.



- Quer dançar um pouquinho na vara quer?...hein?



A Jéssica não falava nada, sá grunia baixinho. Ele começou a movimentar com ela naquela posição e eu quase gozo, tive que fazer de tudo para me controlar. Ele não continuou, logo tirou o pau de uma vez que chegou a fazer zoada e arrancou um gritinho dela.



- Aaaaiii..hunnnnfff.



Ele puxou ela e empurrou para a cama, fazendo ela ajoelhar ao lado da cama, com a barriga na cama, o joelho no chão e a bundinha empinada. Dessa vez, ela ficou muito práxima de onde eu observava, dava até para ver as marcas do elástico da calcinha, na bundinha dela, e eu não aguentei ver a cena, virei o rosto. Era muito humilhante para mim. Quando voltei a olhar, depois de um minuto mais ou menos, ele tinha penetrado novamente ela por trás, naquela posição e socava nela bem lentamente, tirando e botando, sempre olhando para o bumbum dela. Ela sá gemia.



- Hunnnff..hunf...

- Isso gatinha...geme na minha vara geme meu bem...que isso é sá o começo..he..he.he.



Ele tirou novamente, depois de uns dois minutos e segurou ela pelos cabelos pertinho da nuca, e com a outra mão embaixo da barriguinha, ele a levantou, virou ela de frente para ele e a beijou, ali na minha frente. Eu fiquei pensando o que eu daria para ganhar um beijo daquela menina que, para mim, era a pessoa mais importante do mundo. Mas uma vez tive que virar a cabeça, pois não me senti bem ao ver aquilo. Contando assim, os detalhes, as coisas parecem que ficam piores, pois voltam todas as lembranças.



Ele foi empurrando ela para a cama, e foi levantando as pernas dela na posição de frango assado. Voltou a meter nela, e ficou comendo assim, bem lentamente, mas quando ele percebeu que ela ia gozar, ele tirou tudo, deixando ela com uma carinha de choro. Seus olhos brilhavam de lacrimejavam. Ela queria ser comida e ele negava a ela o que ela mais queria naquele momento. Ele pediu para ela se virar de bruço, e ela atendeu na hora. A submissão dela na hora do sexo com aquele imbecil era espantosa. Ele deitou por cima dela, com vara em cima da bundinha dela e começou a morder o pescocinho dela. Droga! Eu sabia o que ele queria. Ele beijava e mordia de leve o pescoço, e isso estava deixando a Jéssica louca, pois ele não comia ela, deixando a com potencial máximo. Ela resmungava e gemia de mais.



Apás uns cinco minutos, ele se levantou, e começou a passar a mão na bundinha dela e falou:



- Eu quero comer sua bundinha Jéssica, agoraaa...gostosaaa.

- Ãhhh??

- Eu quero essa bundinha gostosa, quero que você dê o bumbum para mim agora.

- Como as..sim?

- Pow gata...eu quero seu cuzinho apertadinho e quente na minha vara...



Falou e foi pondo o dedo na entrada, o desgraçado. Ela tentou se levantar, mas ele não deixou.



- Não...Roberto...ai não...por favorrr...não...mete na fren...tee...eu não vou dáaa atrás.



- Calma bebê, não vai doer tanto assim...eu estou acostumado a comer cu, não vou te machucar não...pode confiar...vai ser bem gostoso como foi na frente..anda..que eu não aguento mais de tesão por essa bunda.



Eu não tinha qualquer esperança que ela conseguisse escapar mais, pois ela estava ali, nua, embaixo dele. E o cara estava com cara de tarado mesmo. Ele ia comer ela, por bem ou por mal, infelizmente, a Jéssica estava prestes a ser arrombada atrás também, mas uma decepção para mim. Que droga! Apás muito carinho dele no pescoço dela, chupões e mordidas leves, ele conseguiu acalmar ela, ela parece ter se convencido, encostou a cabeça na cama e praticamente entregou a bunda para o desgraçado. Ele levantou a cinturinha dela, e pôs o travesseiro embaixo, ela ficou muito sexy naquela posição, para o deleite do miserável, que sorria.



Ele pegou uma droga de uma embalagem de lubrificante anal, que já estava lá no quarto e, sá então, eu percebi que ele já pretendia enrabar ela mesmo. Ele também tinha um ingrediente misterioso, que, segundo ele, conseguia com um índio da região, e era feito manualmente. Ele sempre dizia que quando passava aquilo na buceta ou no cu da menina, multiplicava em mil o tesão e a vontade de se entregar. Que deixava a menina muita louca de tesão, mas ele nunca mostrava a ninguém. Era um mistério e ninguém lavava muito a sério, mas eu percebi que além do lubrificante, ele também pegou algo que trazia no bolso da calça e misturou no lubrificante, pôs o dedo e começou a passar no anelzinho da Jéssica. Ela se puxou um pouco para a frente, mas ele fez pressão com o joelho nas coxas dela, e ela continuou com o rostinho voltado para o colchão talvez com vergonha da situação. Como pode a Jéssica permitir um desgraçado daquele por o dedo ali. Que droga! Ele continuou a passar o dedo rodeando a entrada. Com uma mão ele abria a bundinha dela e com a outra passava aquela coisa nela, que não reagia. Não satisfeito, ele mandou ela mesma abrir a bunda. Dava para perceber pela cara dele, que ele estava com um tesão máximo pelo anus dela.



- Põe as mãos aqui...e abre para mim...anda!



Aquela cena dela abrindo a prápria bunda para o cara lubrificar me deixou doido de ádio e, infelizmente, de tesão também.



- Empina mais, o máximo...vai.



Ela se esforçou para deixar a bunda lá em cima para ele. Ele começou a tentar por o dedo. Ela se puxou e se encolheu, mas ele, com um sorriso malicioso, continuou forçando o dedo e ela deu um gemidinho.



- Hunnnff...aiiii...uiii........nãooooo..hunnff



Ele nem ligava e, mesmo ela puxando a bunda, ele não tirava o dedo e ela continuava empinada, devido ao travesseiro embaixo que era bem volumoso. Ela deixou de abrir a bunda e com as mãos, segurava de eleve o braço dele, mas ele não tinha dá, fez mais um esforço acompanhado pelo longo gemido dela.

- Huuuuuuuunnn...



Ele tinha colocado o dedo médio todinho. O desgraçado fez um pequeno vai e vem dentro dela com o dedo, e logo tirou e passou as mãos na bunda dela e deu uns tapinhas e depois falou.



- Olha, todo vez que eu tiver metendo, tu faz força para trás como se fosse defecar, isso diminui bastante a dor, tá...não esquece?



-Táaa



Ai ele se preparou novamente. Sá que dessa vez, ele foi com dois dedos. Passou bastante daquele creme nos dedos e meteu. Ela se puxou, tentou olhar para trás, mas a pressão dele nas coxas dela não deixava ela tirar a bunda, alem de que, ele mudou de posição, de posicionando no meio das pernas dela, e abrindo as cochas dela ao màximo, com os dois joelhos em cima das cochas dela. Isso impedia que ela tentasse sair dali facilmente e falicitava para ele. Ele foi empurrando lentamente, o desgraçado sabia mesmo arrombar um cu. Miserável!



- Huuuuuuuuuuuunnnnnnnnnnfff...aaaaaii...tah doendoooo...tiraaaa...hunnnff...nãooooo.



Mas ele conseguiu por os dois dedos, deixou demorar um pouquinho e começou a movimentar lentamente, ela gemia baixinho, mas foi se acalmando, e até parecia já estar gostando e empinando a bundinha. Vendo isso, ele tirou os dedos de leve, passou mais lubrificante com aquela mistura na entrada e dentro dela, e foi se posicionado em cima, para meter a rola. Caramba, eu pensei que não fosse aguentar ver aquilo. Era de mais para mim, mas decidi continuar olhando.



Ele falou algumas coisas no ouvido dela bem baixinho, com a mão esquerda, ele segurou as duas mãos dela perto da cabeça, e com a direita, colocou a rola na entrada. Foi descendo de vagá, mas quando ela sentiu a cabeça, se puxou, tentou fechar as pernas, mas ele não deixou e usou todo o seu peso para deixar ela o mais imável possível. E continuou.



- Nãooooo....aaaaaaaaaigggg...doooi de..mais..hunnnffffff..não vai dáaa..eu não vou aguen..hunnn..taarrr..tira..tira..tira..hunffffffff



Ela fazia careta de todo jeito, acho que fazendo força como ele mandou, mas ele ia amassando de vagá e parava, voltava a amassar.



- Aaaaaaaaaaaiigg... paaanraaaa.. é sérioooo...tah doendo de maisss..huuuuuuuuuuuuuuuuuuu...aaaaggggggggggggggg..nãooooo...eu não vou aguen..huuuiiiiiiii...tiraaa..aaaa...eu já falei..aaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiigggg



Dessa vez ela gritou alto mesmo, e se tremeu toda. Eu estava com pena dela, mas infelizmente, ela que decidiu dá para o miserável. Ele parou um pouco naquela posição e anunciou.



- Calma, relaxa, a cabeça já tá dentro...que cu quentinho você tem heinn...quero sentir ele todinho no meu pau já já..relaxa e faz bastante força para trás, como se fosse por para fora.



- hunnn...tou..hunn...fazendo...mais..hunnnnn..tah ..doen...doo...tiraaaaaa...por...favoooor



- Calma vai já passar...sá dái a cabecinha, mas o resto vai ser mais fácil..issss...porra...tá quentinho de mais....com é gostoso comer a bunda de uma putinhaaaa assim.



A droga da Jéssica deixava ele tratar ela assim e sá gemia na vara dele, dando prazer máximo ao miserável. Deitado em cima dela, ele olhava toda hora para bunda dela, que se contraia toda.

- Tenta parar de piscar o cuzinho que eu vou meter o resto agora...faz força agora que você vai receber a vara toda até o saco.



Ai ele empurrou lentamente, mas sem parar. Ela acompnahou a penetração com um longo gemido e segurava com força o lençol da cama estrecendo toda.





- Huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuunnnnnnnnnnnnnnnnfffffffffff..



- Pronto tesão...entrou até os ovos...que cuzinho guloso...gostosoooo...apertado de mais...eu tou desejando essa bunda desde o primeiro dia que eu te pegueiiii.



O cara vibrava, com o pau dentro dela, e sentindo o máximo do prazer. Levantou um pouco a cabeça sá para olhar para o anus dela recebendo a droga da piroca dele. Desgraçado, depois ainda ia contar tudo isso para os caras que trabalhavam no barco. Maldito.



- hun..hunnn...hunnn...aiii...hunnn...huiii...não...mexe nãooo...tah doendooo..



- Calma amor...vou deixar teu cuzinho dilatar, relaxa...sá vou comer quando ele estiver bem alargado..



Ela gemia baixinho, quase chorando. Para ele, o cuzinho estava conquistado. Ele passou novamente a mão no material que trazia no bolso, misturou ao lubrificante meteu uma mão por baixo dela e começou a mexer na bucentinha. Em poucos segundo a Jéssica foi parando de reclamar e ele percebeu que era hora de completar o serviço. Começou a se movimentar lentamente. A princípio, com movimentos circulares, para lacear o anus, e depois começou um lento e curto vai vém. Ela agora gemia muito, mais não reclamava tanto. Então ele viu que era hora de comer de vez a bundinha dela e começou a socar e falar, sempre com uma mão na perequita dela e com outra segurando os cabelos perto da nuca.



- Gostosaaaa...esse cu é demais...faz tempo que eu não pego um cuzinho tão apertado assim...chega a ser sedoso...por dentrooo.



- Hunnff..huuuii..aiii..hunnff



- Porraaaa...isso é demais...tou comendo a bunda da rainha da festa...que muitos desejaram...ohh coisa boa.



Enquanto ele falava tudo isso, ela submissa na rola, sá gemia e eu não estava mais aguentando de tesão, meu pau estava parecendo que queria saltar.



- hunnn..ai...ui..ai...ai...ui...hunnfff.



Ela gemia baixinho, mas sem reclamar. O cara realmente sabia como comer uma bundinha para meu azar.



- Empina para mim...vaiiii...eu quero você bem empinada...anda...



Ela se esforçava para se empinar embaixo dele. Parecia que ela estava mesmo gostando.



- E então minha putinhaaaa...tá gostando agora taaa ?



Para minha completa desolação, ela responde:



- Tôooo..hunnn..aiii...uiiii..tá ..gosto..sooo.



- Quer que eu tire ainda quer...?



- hunnn..nãooo..hunnn...huiii..



- Tá doendo tá?



- hunnggff..tá...mas eu aguentoooo



- Então se empina e dá prazer pro teu machoooo...depois dessa vai ficar mais fácil penetrar esse bumbum...agora não tem mais cabaço...nem pregaaaa...



- Fala de quem é esse bundinha falaaa..!



- ãhh?

- De quem esse bunda agoraaa...falaaaa..

-Tuaaa Rober..too..hunnnff...huiii...hunnn..aiiii



- Sentidno a rola toda dentro de ti tá?



- Touuu...hunggg..ai...huii



Ele dizia isso sorrindo como louco, mas ela não via isso, pois estava de costas para ele.



- Agooora...quero que você olhe para mim...quero ver como está esse rostinho com meu pau no seu rabo.



Ela virou o rostinho para ele, estava com o rosto molhado. Acho que ela chorou bastante na hora da penetração.



- Olha o macho que está te enrabando...olha...fica olhando...



A droga da Jéssica olhava com o ele mandava, e ele começou a aumentar o movimento. De repente ele tirou tudo, deu uma olhada rápida e abriu um sorriso ao ver o rombo, em seguida pôs de uma vez. Caramba, ela estava mesmo arrombada, nem reclamou quando ele socou de uma vez, apenas contraiu a musculatura da bundinha e gemeu baixinho. Ai ele enfiou tudo e parou em cima dela.



- Atrás tah aguentando tudinho neh...sabia que atrás você ia aguentar toda minha rola. Cuzinho bem guloso esse hein..re..re..re.



Ela não dizia nada, sá gemia baixinho no pau dele.



- Põe as duas mãos em cima das costas agora...



Ela, como sempre, obedeceu, e ele pegou a prápria calcinha dela que estava perto dele, pois ele deixou em cima da cama quando tirou a roupa, amarrou as duas mãos dela em cima da costa. Desgraçado pervertido! Ela ainda olhou, mas não reagiu.



Como ele continuava a mecher na bucentinha em baixo, ela foi gemendo cada vez mais forte e explodiu em gozo. Seu corpo sofreu uns espasmos meio violentos e ela se mexeu com o pouco de mobilidade que ela tinha, inclusive, levantando as pernas, dobrando o joelho, que estava um de cada lado do corpo dele, que continuou em cima, sorrindo e dominando a situação.



- Aaaarrggggggggggg...hunn..hunn..hunnnnnnnnnnnn...

- Issooo..minha putinhaaaa..experimenta gozar pelo cuzinhoooo.



Ele continou metendo normalmente durante o gozo dela e ficou comendo ela naquela posição, mas pelo menos ele fazia lentamente, sem machucá-la. Ela gemia demais na vara, e não mexia nada em seu corpo, sá recebia as estocadas dele, com as mão para trás da costa e imprensada na cama pelo corpo dele. O colchão que era novo e era de mola, ia lá em baixo e voltava. Apás o gozo, ela ficou imável. Ele foi virando de lado, com a bucentinha dela voltada na minha direção, ele ficou pegando ela por trás, lentamente, ela fechava os olhos, e sá gemia e respirava. Percebi, que mesmo ali, no pau dele, o corpinho dela era imensamente lindinho.



Depois de uns oito minutos, ele tirou a rola lentamente, deu uma olhada no estrago, sorrindo e virou ela de barriga para cima, ainda com as mãozinhas amarradas para trás da costa, que agora ficavam embaixo de seu corpo, ele levantou bem as pernas dela, fazendo um perfeito frango assado, e colocou a vara no anus dela nessa posição. A Jéssica levou um choque quando ele tocou nela com a rola, mas loco engoliu toda pela anus, sem grandes problemas, mas ela parecia não muito confortável nessa posição.



- Agora que quero que você olhe para mim putinhaaa.



Ela olhava e gemia

- Hunnf...aiiii...uiii...meu...huii..meu...braço tá doen..do..hui.



Ele levantou um pouco o corpo dela, que não era nada para aqueles braços musculosos dele.



- Vai, ajeita o braço ai, que não vou soltar eles agora.



Ela ajeitou os braços em baixo da costa e ele continuou socando, lenta e cadenciadamente.



- Cuzinhho gostooosoooo...cuzinho doceeee...cuzinho de meeeeel...que cu mais apertado.



De repente ela parou de socar.



- Olha para mim e pisca o cuzinho que eu quero sentir..vaiii..anda...não tou sentindo nada...andaa..morde meu pau com o cuzinhoooo...isssooooo..agora sim..issoooooo..gostosaaaa...continuaaa..isssooooooooooo...caralhoooo, porraaaa..isso que é cu....



Maldito tarado! Estava arrasando com a Jéssica. Desgraçado! Ela franzia o rosto, acho que estava fazendo força com esfíncter anal, para dar prazer ao desgraçado. Eu não aguentei ver aquilo e gozei sem tocar no pau. Fiquei indignado comigo mesmo, pois ele estava fazendo a Jéssica de puta mesmo.



- vai continuaaa...eu quero maiiiis..vamos, você consegue...isssoooooooooo...caralhoooo...vou ficar doisdoooo de tesãoooo...iissssssss...huuuuuuuggg



Ele gritava mesmo, ensandecido. Eu também me tremia todo, nem sei de que, aquilo mexeu de mais comigo.



- issooooo...faz...gostosinhoooooo...issssssssss...puta que pariuuuu...eu nunca vou esquecer esse cuuuu poraaaaa...que putinha depravadaaaa... e gostosaaaa...tu sabe dá prazer pra um machoooo...



Mesmo com todos os chingamentos, a Jéssica continuava apertando o anus na vara dele, quanta submissão sexual. Que droga...que droga Jéssica.



- Mesmo com as pernas arreganhadas assim esse cu continua uma delícia...porraaa..eu tenho muita sorte...tu é linda de mais, principalmente dando esse cu assim facinho...



O cara falava muita coisa para ela que sá escutava e gemia na vara dele.



- Poorraaa..essa é melhor posição pra comer esse cu, mas não quero gozar agora...vou aproveitar ao máximo com você me olhando..re..re..re..faz carinha de putaa..faz..isso meu bem..isso.



-hunnnngfff...tah do..endo....hunfff



- para de piscar o cu, pode parar, você foi de mais tesãoooo.



Ai ele voltou a socar lentamente e ela quietinha na posição de frango assado, sá gemia. Eu estava confuso, pois não era legal eu ficar gozando vendo a menina que eu tanto amo, na vara de um crápula daquele. Ele pegou ela assim por mais alguns minutos, e sem gozar, pois os desgraçado sabia se controlar. Ela começou a gemer mais forte, mas ele tinha deixado de tocar na bucentinha. Ele começou a chupar aqueles peitinhos lindo e babar eles todos enquanto enrrabava a Jéssica. Ainda com as mãos amarradas para trás das costas, ela começou a implorar.



- Hunnff...põe a mão...hunn..por..favoor



Ele sorrindo.



- Aondee...hein putinha?

- Na buce...ta...huiii...põe...

- Quer gozar de novo pelo cu não é?

- Que..rooo...hunnn

- Porra, tu tah aguentando tudinho atrás, isso é muito boooom. Adoro cuzinho guloso assim....como está quentinho e apertado issoooo.



Ele não atendeu e ela se conformou em dar o cu assim mesmo, olhando sempre para ele e, apás uns cinco minutos, ele voltou a tirar tudinho, chegou a fazer um barulho meio de sucção (tchacooo), e ela reclamou e fez carinha de choro:



- Aaaaaaiiiii...de vagá..por favo..orrr...assim dáiiii



Ele rapidamente virou ela de costas e botou ela de quatro com as mãos ainda amarrada e atrás da costa e o bumbum bem empinado. Mas ele tinha cuidado para não machucar os braços dela, mesmo com ela podendo mexer sá as pernas, ele sempre arrumava o corpo dela de maneira que não a machucasse e perguntava se ela estava bem. Com ela assim, agora, deu para eu ver a droga do rombo que estava. Acho que a Jéssica nem tinha Idea de como ela estava. Ele meteu tudo de novo e continuou a socar, sá que dessa vez ele voltou com a mão direita na xaninha dela, enquanto a outra sujigava a bunda dela contra ele. Aquela bunda era muito linda, lisinha, durinha, empinadinha, eu conseguia ver, pois eles estavam o mais práximo de mim possível agora.



- Hunnff..huiii..aiii..huii..aaaaaaarggggggg....aiiigg



Ela voltou a gozar, se tremendo toda e ele ficou sorrindo.

- isso goza minha putinhaaa..pode gozar que daqui a pouco eu é que vou encher esse cuzinho de gala.



Apás o gozo, novamente ela ficou inerte, e ele continuou comendo sem dá. Ele estava um pouco mais rápido e o barulho da bunda dela batendo nele era bem forte: ploft..ploft..ploft..



Ela nem se mexia, de repente ele acelerou ainda mais e urrou.



- Aaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrgggg...aaaaaaaaaargggggg.....arrrggggg......



Enquanto gozava, ele dava estocadas fundas com bastante força, e sem tirar muito o pau. Com tanta força que a cabeça dela ia lá na frente e voltava, e ela:



-Aii..aii..huiii..aaaaiiiii..de vagáaaa...hunnfff



Ele gozou, diminuiu o ritmo mas não parou de socar no rabinho dela.



- Doeu amor?

- Arde..u...um po..uco..hunnn



- Sentiu a porra jorando dentro de ti...sentiu lindinhaaa?



- Ahan..hunnn...sentiiii...hunnn



O cara era sá sorriso de felicidade, por estar dominando a Jéssica na vara. Ele não tirava porque sabia que depois ia ficar difícil meter de novo, pois ele sempre dizia isso, que o cu da menina quando está aberto é fácil, mais se fechar, fica mais difícil porque doía mais para ela, por já ter sido escancarado. Canalha!



Ai ele mudou novamente para a posição de lado, mas ainda sem soltar as mãos dela. Pôs ela voltada para a minha direção e mandou ela se empinar toda o que ela fez. Polft..ploft..ploft..



- Hunnnnnnn..hunnnnnnnn..



Ela estava dando uns gemidos mais longo, e logo informou porquê:



- Tá doe...ndo..hunn..minha Bari..gaaa..hunn



- Calma, é porque entrou muito gozo em você, mas isso é normal... relaxa.



- Deixa..hunnnnnnn.. eu ir no banh...eiro, por fa...vor...hunnnnnnn..depois...tu mete...de novooo..huuuuuuuuunnnnngg



- Relaxa minha putinhaaa...eu tou acostumando a comer cu...relaxa...assim que eu gozar de novo você vai...calma amor..calma.



Ele tentava acariciar ela e limpava o rostinho dela que lagrimava, e socava e socava sem parar.



- Aaaaiii...hunnnnnnnnnnnnn..para...um pouco...deixa eu ir ao...banheirooo....tah doendo minha barri...gaaa...por favoooorr...huiiiiiiiiiiii



Acho que a droga do esperma dele dentro dela, acabou dando diarréia nela, sei lá.



Então, sem atender ela, ele parou sá de socar. Enfiu até o talo e parou.



- Quer que tire...hein...então me faz gozar gostosinho...mode meu pau de novo..vamos...quero sentir bem forte...vamos...quero gozar sá com você piscando o cuzinho e sentindo essa bunda encostando em mim agoraa...vamos.



Ela votou a franzir o rosto e fazer força.



- Hunggff...hunnggff..



- Isso...assim putinhaaa...bem gostozinhooo...continuaaa...não para...solta e aperta..solta e aperta...pisca gostoso...esse cu...issoooooo...caralhoooo...aperta maisss... Aaaaaaaaaaaaarrrggggg..arrggggggg...arggggggggg...isso é bom demais, caralho, matei minha vontade nessa bundinhaaaa...pode parar agoraaaa...tou satisfeito...agora vou te liberar para você botar a porra pra fora.



O desgraçado acariciava aquele rostinho com cara de pura felicidade pelo prazer sem limites que aquele corpinho tinha proporcionado a ele. Ele tratava como uma puta mesmo, mas a Jéssica não dizia nada. Que droga! O Que eu podia fazer?



Sem tirar, ele foi se puxando com ela para a beira da cama, dando um jeito de não sair de dentro, carregou ela na vara mesmo, para o banheiro que ficava em frente. Nem fechou a porta, pois pensava que estavam sás. Ele soltou as mãos dela, jogou a calcinha em cima da cama e fez ela passar por cima do vaso, com as pernas abertas, em pé, virada para a parede, com uma perna de cada lado do vaso e ele cravado dela atrás. O desgraçado ainda deu uma duas estocadas e falou.



- Assim que eu tirar, você se senta no vaso.



- Tahh..huiiiiiiiiiiiii.



Ele tirou e empurrou ela para sentar. Ela começou a se vazar, dava para ver a zoada daquilo caindo dela. Ela pediu para ele sair.



- Saaaaaiiin



Mas ele não saiu, continuou lá olhando ela por pra fora aquilo tudo. Acho que era fezes misturado com o esperma dele, porque fazia uma zoada de líquido caindo e ela começou a soltar uns peidos molhados. Acho que ela não estava conseguindo fechar o anus para segurar e começou a chorar histérica, mas ele acalmou ela, acariciando suas costas e o pescoço.



- Calma amooor..isso é normal...as vezes acontece...calma...não tem ninguém aqui, sá nás dois. Calma.



- Tah, mas sai, por favor...hunnnnn.



Ele saiu e deixou ela lá, mas ficou atrás da porta sorrindo. Desgraçado! Ela continuou sem conseguir controlar, defecando e soltanto aqueles peidos, até que foi passando e ficou em silencio. Ele chamou ela que não responder. Abriu a porta que ela tinha se escorado no vaso e adormeceu ali. Ele chamou ela e a levantou. Deu descarga no vaso e ligou o chuveiro, ela estava mole e sonolenta, tinha bebido e gozado bastante, infelizmente e agora estava quase dormindo. Ele ajudou ela a tormar banho, trouxe ela para fora, enxugou ela e pôs na cama. Ela ainda vestiu a calcinha, de qualquer jeito, e assim que ela deitou, adormeceu. Ele ainda chamou ela, mas ela estava mesmo dormindo. Ele foi tomar banho, demorou bastante e eu continuei olhando ela dormindo como um anjinho ali. Pena que eu não podia protegê-la dele. Quando ele voltou, virou ela de bruços, ela nem se mexia. Ele abaixou bem a calcinha dela até as pernas, abriu o bumbum de leve e sorriu ao ver o anus. Talvez ainda estivesse aberto, ele terminou de baixar a calcinha, colocou embaixo da cama, cobriu ela e deixou ela dormindo nua na cama dele.

O desgraçado voltou a se vestir, sentou em cadeira, abriu uma garrafa de vinho, ficou tomando e olhando para ela. Depois saiu, trancou o quarto por fora mais deixou uma cápia da chave perto da cama, e voltou para a festa. Ele sabia que ela não ia acordar mais, agora, pois a cerveja que ela tinha bebido ia fazer ela dormir pesado por algumas horas. O desgraçado foi e eu fiquei ali olhando a Jéssica agora dormindo como um anjinho. Antes de sair, ele voltou a descobrir ela e deixar ela de bruços nua. Eu então, fiquei batendo punheta vendo o corpinho dela e imaginei estar gozando dentro dela. Senti um prazer que nunca tinha sentido antes, até por tudo que tinha visto naquela noite.



Eu, em seguida, resolvi subir também, já eram mais de 3 horas da madrugada, as bandas estavam tocando sá músicas lentas românticas. Fiquei o tempo inteiro pensando na Jéssica e em tudo que tinha acontecido nos últimos dias. incrivelmente, não passava pela minha cabeça abandonar o sonho de um dia casar com ela, mesmo depois de tudo.



O Percebi que o Roberto estava bebendo em um bar, com dois dos rapazes que trabalhavam no barco. Imaginei que ele pudesse estar falando tudo para os caras e fui me aproximando. Mas assim que eu cheguei ele levantou, e os caras perguntaram onde eu estava que não me viram mais, eu falei que estava com uma menina e que tinha ido deixar ela na casa dela. Tudo mentira, claro.



Voltei a circular pelo arraial, que, agora, sá restavam os bares, embaixo das árvores. E justamente embaixo de umas das árvores, o Roberto já estava conversando com uma menina loura, muito bonita também. Ele estava muito práximo dela e eu fiquei olhando de longe para ver se ele estava mesmo tentando pegar ela também, mas eles apenas conversavam. Em alguns minutos vieram ao salão e estavam dançando. Notei, pela forma como ele dançava com ela, que ele tinha algum interesse nela, e pensei: pelo menos ele deixava a Jéssica em paz. Voltei ao barco. Que canalha! A Jéssica dormindo toda arregaçada por ele, e ele já tentando pegar outra. Eu estava odiando o desgraçado de forma indescritível, por isso achei melhor sair de onde ele estava.



A Jéssica continuava dormindo, mas tinha se virado. Estava com o bumbum meio empinado e voltado para o lado de onde eu a observava. Na hora bati outra punheta olhando para o meu amor.



Depois, tentei deitar e dormir, mas não consegui. Minha cabeça não conseguia sair daquele episádio tão infeliz e tão inesperado. De repente ouvi uma zoada para o quarto e fui olhar novamente. Ele tinha chegado e ela continuava dormindo nua. Ele tirou as roupas, ficou sá de cueca. Deitou-se ao lado dela, virou ela de costas para ele. Tentou acordá-la, mas ela sá resmungava. Ele percebeu que ela não acordaria, então virou ela de costas para ele, colocou a vara na bucentinha e a penetrou com cuidado, bem de vagá, fazendo uma cara de prazer itenso. O maldito não se satisfazia. Que droga! Ele comia ela até dormindo. Ele a segurou firme pela cintura e foi socando lentamente, até explodir em gozo. Ela dormia e não acordou em nenhum momento. A pobrezinha levou vara dormindo e ficou toda gozada. Ele terminou, tirou a vara de dentro dela e dormiu grudado nela. Eu furioso, deitei em minha pequena cama e acabei dormindo. Quando eu acordei, ás 8 horas, fui olhar e não havia mais ninguém no quarto. Pensei: que noite cruel foi essa para mim.



Tinha amanhecido o sábado, o peúltimo dia da festa. Não havia trabalho para mim nesse dia, eu voltei a dormir. Esse dia também aconteceram muitas coisas, que eu vou contar no práximo conto da série. Se gostaram desse, leiam o práximo também. No último conto eu conto como tudo terminou e porque eu resolvi publicar aqui, o que eu considero tamanho infortúnio meu, que talvez homem algum tivesse coragem de publicar.

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